20maio
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Se eu contar os anos desde a mudança de nome desta casinha, aqui temos 7 anos de serviço. Se eu ignorar esse fato, o número muda para 8. 8 anos que eu retornei ao mundo dos blogs e isso tem muito significado.

 

A começar pela verdade de que foi há 8 anos que eu lutei contra a vontade de deletar mais um projeto enquanto tentava me formar. Algo que acontecia bastante graças ao misto de falta de confiança, de não saber o que escrever ou de achar nada bom. 8 anos, que são muito mais visto que minha vida na internet começou com Harry Potter. Mais precisamente, 2003.

 

2003. Um entretempo bom. Do qual sou muito grata. Foi uma linha do tempo de inspiração, especialmente para escrever fanfics. Também de várias descobertas, como o amor pela escrita. Não posso me esquecer das amizades feitas online. Em suma, esse foi um entretempo que me ajudou a sobreviver. Que me deu a chance de conhecer um mundo além do meu sofrimento.

 

Um entretempo que abriu para este projeto. 8 anos atrás. Também com o intuito de me fazer aguentar. De me fazer ver coisas além do meu sofrimento.

 

2011 foi o ano do famoso começo do fim da saga potteriana. Hoje, vejo que essa frase também serviu para mim. Afinal, quando criei este site, nesse mencionado ano, eu estava no começo do fim dos anos universitários. Eu não via a hora de acabar e, enquanto essa hora não chegava, eu escrevia. Com esse fim, veio outro começo, muito embora esse começo tenha me abatido efetivamente em 2018.

 

O que me deu um verídico novo-(re)início.

 

Mas, até 2018 chegar, muito de mim se expôs neste site. Muito além de Harry Potter.

 

Tudo que eu sabia em 2011, e que me agarro até hoje, é que eu queria ter um espaço para escrever. Um espaço para ter liberdade para escrever. Um espaço para me expressar sem limites e sem algum tipo de aborrecimento em forma de extrema vigilância. Não é à toa que chamei este lugar de escrivaninha online. A mais pura verdade, porque eu só tinha aqui para me comunicar.

 

Nessa atividade de ter uma escrivaninha online, eu fiz outras descobertas. Como minha intenção de vida que é escrever sempre em torno de algum significado. Tudo bem que, no início, eu não sabia exatamente o quê ou como me comprometer com esse objetivo. Mas, por meio deste projeto, eu emergi uma voz que eu não conhecia.

 

Antes do significado, veio a vontade de estar em algum lugar compartilhando o que eu considerava relevante (e rolaram uns deslizes que me serviram de aprendizado). Quando digo relevante é mais sobre desenvolver o que eu não via em sala de aula. Pautas que deixassem meu coração quente.

 

Na faculdade, eu percebi que não escreveria sobre o que me tocava intimamente – e ficaria sem saber disso por três anos e meio praticamente. Nem muito menos sobre o que eu curtia – e isso rolou só no último semestre graças à liberdade dos produtos jornalísticos. Lá, eu vi que não escreveria para ajudar alguém (o que hoje é relativo). Tudo o que eu ouvia era sobre a importância de informar. De seguir o lead (e não curto o lead). De correr atrás de fonte protagonista. De entregar um texto em uma página (???).

 

Daí, no fim de cada dia, eu me perguntava: mas informar o quê?

 

Informar e expressar são duas palavras diferentes para mim. Que fogem do padrão dicionário. Informar soa impessoal enquanto expressar soa pessoal.

 

Isso, pensando somente na escrita.

 

Informar parece simples, embora hoje exista um relaxo ainda maior por parte de incontáveis jornalistas nesse quesito. É a pauta quente. Passageira. Que você escreve na correria sem ter noção do que escreve, porque é preciso publicar antes da concorrência. Eu não nasci com esse pique. Eu gosto de mastigar um texto por dias. Gosto de saber que um texto tem efeito de mudança (o que torna o informar ainda mais relativo para cada um) duradoura.

 

Expressar é artístico. Vem do âmago. Da experiência. Permite que um texto ganhe diversas nuances. Profundidade. Traz reconhecimento, porque se lê além da palavra. Pode ser meio literário, não sei, mas existe uma preciosidade em todo o processo de sua construção. Como querer transmitir a emoção certa. De escolher palavra por palavra. A imagem.

 

O resultado no fim é ver parte de você no mundo. Independentemente se houve fonte protagonista ou não.

 

Não menos importante: sentir cada palavra queimando na ponta dos dedos. Algo que ocorre com o informar também, mas depende do meio.

 

Todo caso, essas comparações parecem óbvias. Porém, no meu mundo, há uma diferença essencial que as move: o sentimento.

 

Informar nunca foi o suficiente para mim. Ou ter uma fonte entrevistada para fechar a minha pauta, apesar de me trazer uma baita alegria (tipo muita mesmo!!!). O lead sempre me foi vazio tão quanto as linhas conseguintes desse tipo de enredo. Em suma, as regras do jornalismo não me pareciam plausíveis e não me eram atraentes. Quando eu descobri que sou introvertida, bem, muito do meu comportamento durante o curso ganhou uma nova luz.

 

Introvertidos prezam significado. Eu sou INFJ, a introvertida apegada às palavras. Ao senso de mudança de mundo. Ao mais profundo dos sentimentos.

 

Sempre existiu em mim a batalha sobre me aprofundar ou não. E eu sempre quis me aprofundar. Mesmo que essa sensação não fosse tangível a mim em uma época que foi igualmente conturbada. Afinal, eu queria que “aquele inferno” de faculdade fosse embora logo. Pela pressa, muita coisa se atropelou, como esse desejo de me aprofundar. Desejo que não surgiu em sala de aula justamente pela razão que mencionei. O que me salvou foi me aventurar em blog novamente e aí eu vi que precisava de mais páginas. Que eu não tinha limite na escrita e que não tenho a menor intenção de ter. Que eu gosto de botar um pedaço de mim em cada linha e não ligo tanto para o oversharing.

 

Detalhes inviáveis na faculdade. Até mesmo hoje, tempo em que se escuta sobre as pessoas quererem leituras rápidas e que texto grande nem serve mais. Último ponto que ouvi direto, mas nunca foi forte para me interromper.

 

Há a verdade de que não dá para meter tanto textão na faculdade. Seja pela falta de tempo do aluno. Seja pela sobrecarga dos professores. Eu mesma não tive tanta experimentação e o senso de gesso foi um dos pontos que mais me deixou infeliz. As mencionadas regras que eu nem tinha forças para burlar.

 

Na minha época universitária, não tinha mesmo como escrever 20 páginas. Algo que só rolou durante o TCC. O meu momento de glória, pois escolhi o tema que eu queria e escrevi além da quantidade máxima exigida. Foi nesse fim de jogo que a ficha definitivamente caiu. Eu podia até preferir escrever sobre o que eu conhecia/curtia. Era minha segurança. Porém, o peso era o propósito. O que me faria ter vontade de seguir adiante.

 

A famosa inspiração no trajeto e seu alcance final.

 

Durante 4 anos, eu fiquei amarrada a um tipo de texto que sei que não sou tão boa assim. Porém, eu acho que sou boa nos que escrevo aqui. Eu sinto orgulho deles, especialmente quando eu me lembro de que cheguei muito perto de desistir de escrever.

 

Eu sempre quis ir mais além na escrita e o jornalismo não me permitiu. Não do jeito que faço hoje, especialmente porque há também uma questão de brevidade do texto. E brevidade não combina com a pessoa que vira e mexe imagina que alguém sairá deste site com um texto embaixo do braço.

 

Poderia até dizer que a experiência matou a minha musa interior, porque foi exatamente isso que aconteceu. Eu faltava até o limite, vejam bem. Mas eu não sabia que musa era essa até criar este site. A válvula de escape que nasceu da frustração que o curso me acarretava e acredito que esse lembrete tem o papel fundamental em não me fazer desistir deste projeto. Male, male, estar aqui me ajudou demais. Desde a ter a fuga até a desenvolver a minha voz na escrita.

 

Aqui eu compreendi que produzir com inspiração é verdadeiramente transformador. E isso parte do que mais amo e respeito: intenção.

 

 

Criar este site também me segurou quando me formei. Eu não sabia exatamente o que fazer assim que tudo acabou. Nem muito menos que caminho seguir visto que “não gostei de nada”. Lembro-me até do marco de ter prestado vestibular para um curso de Design Gráfico. O auge!

 

Fora da faculdade, vi que manter meu mundo online era uma boa pedida. A pedida máxima, por assim dizer, e a decisão, que me serviu de cutucão cerebral, veio da história que geral já sabe: o profº de Rádio que fez o pai perguntando o que a criança aqui queria no jornalismo. A trama que hoje vejo como minha história de Origem, pois, a partir daí, este lugar nasceu.

 

Assim como o lembrete da frustração, esse professor me serve de inspiração para manter o projeto. Ainda penso nessa pessoa, como podem notar.

 

O que era simples, uma diversão que eu não conseguia atualizar com frequência naquele ínterim de tempo, se tornou um lar. Um lar que não tenho intenções de abdicar. Não ainda. Não quando me dei conta de que estou aqui há 8 anos. Que este site tem 8 anos da minha história.

 

8 anos é demais para quem não conseguia segurar meses.

 

Tudo bem que eu considero somente os 7 anos graças à mudança de nome do site. 2012. Mais precisamente, 6 de fevereiro. Ano de experimento, pois joguei para todos os cantos. Que eu tratei o blog como um blog e apliquei várias mudanças ano a ano. Foram 7 anos de muito desbravar no intuito de descobrir qual era o meu propósito. De melhorar minha escrita. De quebrar minhas próprias barreiras. 7 anos de 7 verões de mim, espalhados em resenhas, desabafos e em períodos de silêncio. E em quase desistências.

 

Foi aqui que, inclusive, passei a aplicar o que aprendi na vida sobre conteúdo e tudo mais. De escrivaninha online, aqui eu também ganhei um laboratório.

 

Por ter sido uma criação à parte da faculdade, não demorou para que o Hey, Random Girl! se tornasse a minha extensão. Tudo a base do “sem compromissos” e jamais imaginei os ganhos preciosos desses anos.

 

Ter um espaço para escrever transmite a impressão de que você sabe o que dizer o tempo todo e não é verdade. O que há é o momento. O sentimento. O ponto que sua vida está. O que você anseia para o futuro. O que teme no presente. O que gosta. O que deixou de gostar. A confusão de não saber o que postar. Se mantém o projeto mesmo se achando diferente dele. Ou se dá o voto de ausência porque há um pedaço faltando. O RG é meu grande livro online. O registro das minhas fases e mudanças nesses 7 anos. Quando dei uma revisitada, desacreditei do tanto que eu realmente mudei ao longo do tempo.

 

É bizarro ver como tudo fluiu de acordo com várias músicas. Com o clima. Com minhas necessidades. Com minhas dúvidas. Com meus gostos.

 

Até o nome Hey, Random Girl! não escapou de uma visão minha de mundo. Em 2011/2012, eu me sentia deslocada. Não achava que eu tinha uma identidade jornalística e textual. O primeiro caso, eu acreditei que jamais teria. O segundo, só descobri ao escrever. Nessa confusão, veio esse senso de aleatoriedade. Eu sempre me senti aleatória na classe. A garota que só queria falar de Harry Potter, ou de qualquer fonte de entretenimento, enquanto os colegas queriam as editorias ditas como tudo na vida. Política. Economia. Esportes. Isso fez nascer outros novos bloqueios dentro de mim que, hoje, tento fazer as pazes (e isso começou no curso que logo menos conto aqui).

 

E eu nunca precisei de mais bloqueios pessoais, ou, como preferirem, complexos. Agora eu vejo que isso foi problemático para mim. Ainda é, pois eu me negava antes mesmo de cogitar a possibilidade de experimentar.

 

Apesar disso, meu coração sempre me destinou ao que eu queria escrever.

 

Destinou-me até aqui e me manteve 8 anos depois.

 

 

Ao longo dos anos, o RG sempre teve alguma intenção a ser desenrolada. Uma parte que representa sua metamorfose e minha própria orientação – embora eu sempre me esqueça da intenção da vez.

 

Os temas por ano nasceram em 2013, que foi batizado de o ano da Inspiração. Depois, 2014, o ano do Excelsior. 2015, o ano do Manifesto Aleatório. 2016, o ano de Vestir a sua Capa. 2017, o ano que dizia que onde você investe seu amor, você investe sua vida. 2018, o ano de celebrar a Garota Aleatória.

 

Este ano será reencontre sua inspiração. Por diversos motivos:

 

I. eu disse no post de introdução que eu queria retomar os anos de 2013/2014/2015. Anos muito inspiradores na história deste site;

II. é um marco na mudança da tagline. Antes era seja esquisita, seja aleatória, seja quem você é. Uma frase de C.S. Lewis que adaptei e que, de algum modo, deixou de ornar comigo;

III. é um marco de retorno a um projeto que viveu 2016/2017/2018 no limbo. Como também disse no post de introdução, eu sinto como se começasse de novo. Então, nada mais correto que reiniciar essa trajetória em busca da inspiração desaparecida.

 

Intenções jamais me atrapalharam a navegar nas comunidades de fãs que eu amava. Nem no aumento do catálogo de resenhas que contribuíram para os primeiros comentários entrar e que me trouxeram novos amigos virtuais. Eu sempre fui movida por um tema inspiracional que ritma o acorde do ano. O que rememora os bons tempos em que eu lia manifestos.

 

Em pouco tempo, eu comecei a me sentir confortável em ter um site (que troco chamando de blog). Tudo porque eu percebi que o caráter nunca foi ter uma linha editorial fixa. Nem muito menos de estar em um lugar com a impressão de usar uma calça jeans apertadíssima. Este mundo foi construído para ser um pouco de tudo. Este mundo foi criado para atender ao mood do momento.

 

Este mundo foi criado em busca de inspiração para quem se achava um zero à esquerda.

 

(mas, às vezes, bate a bad e a gente volta a crer que é um zero à esquerda).

 

 

O ano passado contou com uma intenção: o retorno da Garota Aleatória. Ação que me faria relembrar da trajetória e do que o Hey, Random Girl! passou a ser: um espaço intimista para compartilhar inspirações.

 

Era janeiro e eu estava otimista. Porém, eu não cumpri a intenção. Ao menos, não aqui, em texto – que foram bem poucos, mas eu tentei. Eu o cumpri ao longo da jornada que se abriu em 2018.

 

Eu vivenciei a proposta de celebrar a Garota Aleatória. De um ponto determinado em palavras parei em outro. O ponto X que me botou de frente para comigo mesma. Um ponto X que me disse que eu precisava de ajuda psicológica para lidar com minha mente e sua festa negativa feat. ansiosa + os traumas e choques. Combo que sempre me atropelou ao longo da vida e que servia (de vez em quando ainda serve) de base para sumiços e desistências.

 

Sem saber, eu escolhi o autocuidado como forma de me celebrar.

 

E, como praticamente tudo na minha vida, isso não foi combinado. Eu senti que era a hora visto que minha intenção não era mais me deixar minguar como ocorreu em 2016. Ano que vesti a minha capa de heroína para dormir em cima dela e assim agonizar sobre a vida, o universo e tudo mais.

 

A partir disso, eu comecei a ter novas inspirações. Novos insights. Tentei ao máximo tornar coisas negativas em positivas – o que me deu a palavra ressignificar de presente da terapia. Houve o Manifesto Aleatório, mas em formato de intenso journaling a fim de compreender o que eu sentia antes e depois das sessões. E o mesmo valeu para voltar a escrever uma história nova e abrir um caderno que ganhei de uma amiga bem especial, sem dó, para explorar outros caminhos da escrita.

 

Mesmo sem notar, eu ainda mantive a capa de heroína e cuidei dela. Não a vesti, mas botei para lavar, passei e guardei. O que me faz lembrar do primeiro texto do Manifesto Aleatório: seja sua própria heroína. Foi o que fiz em 2018 ao mesmo tempo em que me (re)aproximava de tudo que amo e do que me compõe. Abri-me para novas experiências, inspirada pelas transformações que comecei a captar, desentravando o ostracismo do meu ser.

 

Nem todos os ostracismos, claro, mas o suficiente para eu ser de novo. Para abrir caminho rumo à mencionada pessoa que ainda não conheço. E penso que esse foi o real pedido do ano passado: pisar no ponto X e declarar que a busca a partir dali não seria mais sobre “drama”. Mas sim sobre quem mais precisa de mim: eu mesma. O que calha no texto que escrevi no ano passado sobre você ser sua própria musa. Inconscientemente, fui atrás dessa musa.

 

Mesmo com essa trajetória, 2015 não deixou de ser o último ano em que me empenhei para manter o RG funcionando. Tenho a impressão de que isso foi há 84 anos. Hoje, vejo esse distanciamento como resultado de uma quebra. Um limbo que se abriu e que me deu três anos que mudaram bastante o senso de quem eu sou, do que quero e do meu mundo.

 

2015 marcou minha empreitada no I AM THAT GIRL, que me regou com muita inspiração. Pareceu até a despedida de tempos bons, não sei. Afinal, essa mesma inspiração foi se perdendo na sequência. Eu comecei a entrar em conflito pela falta de emprego e por não saber o que eu queria transmitir.

 

Acima de tudo, quem eu queria ser.

 

Eu não desisti desta casinha. O relacionamento é bem profundo. Foi aqui que eu descobri que posso escrever sobre o que gosto. Que não preciso temer tanto se acertarei ou se errarei. Nunca tinha escrito uma resenha na vida até o RG nascer (e, anteriormente, participei de um portal que não me lembro o nome agora, SOS). Repetindo a palavrinha mágica: foi muito sobre desbravar!

 

E o Hey, Random Girl! é isso. É desbravar. É ver. É sentir. É ter um olhar inspirador a cada detalhe que entra na sua vida. Seja um filme. Uma música. Ou uma série ruim.

 

Passaram-se 7 anos e seria ingenuidade dizer que só a aparência mudou. Quem escreve mudou, mas de um jeito a querer resgatar a inspiração perdida em um entretempo de dor e de desespero. Um entretempo que também abriu para o entendimento dessa dor e desse desespero, me convidando a ressignificar cada parte confusa e traumática do meu ser e da minha jornada.

 

Se eu pensar no que mudou, bem, eu terei que escrever para descobrir. Para retomar o movimento, mudei a pintura. A ordem dos móveis. Bati os tapetes. Espanei ideias. Abri espaço para meu bálsamo me reencontrar: a inspiração.

 

Meu coração ainda acredita neste espaço e é por isso que eu estou aqui. 8 anos depois (ou o 7 mesmo que prefiro até por ser número mágico). Muitos entretempos de uma pessoa que agora inicia um novo tempo de Hey, Random Girl!.

 

Um tempo em que a meta é seguir reencontrando a inspiração.

 

E espero que vocês estejam aqui comigo nessa jornada! ❤

 

Imagem: Mikechie Esparagoza via Pexels

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Stefs
Jornalista, fundadora do Contra as Feras e ex-líder de um Capítulo Local do movimento internacional chamado I AM THAT GIRL. Não poupa no textão e nem nas doses diárias de café. Além disso, acredita piamente que você pode ser sua própria heroína.
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